Departamento de
Traducción e Interpretación

BITRA. BIBLIOGRAFÍA DE INTERPRETACIÓN Y TRADUCCIÓN

 
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Tema:   Teoría. Descriptivismo. Polisistemas. Autor. William Shakespeare. Reino Unido. Brasil. Obra. 'Hamlet.' Teatro. Literatura. Género.
Autor:   Amaral Peixoto Martin, Marcia do
Año:   1999
Título:   A Instrumentalidade do modelo descritivo para a análise de traduçoes: O caso dos 'Hamlets' brasileiros [The instrumentality of the descriptive model for the analysis of translations: The case of the Brazilian 'Hamlets']
Lugar:   Río de Janeiro
http://www.letras.puc-rio.br/shakespeare/pdfs/hamlets_brasileiros.pdf
Editorial/Revista:   Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
Páginas:   318
Idioma:   Portugués.
Tipo:   Tesis.
Disponibilidad:   Acceso abierto.
Resumen:   Esta tese tem por objetivo analisar os Descriptive Translation Studies, paradigma teórico desenvolvido em meados dos anos 70, e demonstrar a sua instrumentalidade para estudos de séries de traduções inseridas em um mesmo sistema receptor. São apresentados, sob uma perspectiva crítica, os modelos de Itamar Even-Zohar (1978 e 1990) e Gideon Toury (1980-1995), baseados na teoria dos polissistemas, e o de André Lefevere (1985 e 1992 a), de cunho funcional, o primeiro a incorporar o conceito de patronagem. Diante das lacunas observadas no paradigma descritivo, como a falta de explicitação dos seus pressupostos epistemológicos, proponho ampliá-lo através da teoria da ação comunicativa de Siegfried Schmidt (1982). Os modelos descritivistas e o de Schmidt apresentam afinidades evidentes, com a visão da literatura como um modo de organização de ações comunicativas literárias inseridas no sistema social; a preocupação em empirizar e historicizar o conjunto do fenômeno literatura; a ênfase na abertura para espaços interculturais, intergeográficos e interdisciplinares; e a recursividade percebida na relação teoria/prática. À luz da perspectiva construtivista de Schmidt, o texto de origem da tradução é o comunicado, que apresenta identidades provisórias, de acordo com o momento cronológico e os parceiros do diálogo, e não o objeto grafemático. Conseqüentemente, o tradutor é um produtor de sentidos, a partir de estratégias de leitura articuladas com seus conhecimentos anteriores, análogos aos de outros indivíduos com histórias de socialização similares. São esses compromissos intersubjetivos que garantem a plausibilidade de uma tradução, aceita por eventuais mediadores, receptores e pós-processadores como um substituto legítimo para um texto pré-existente produzido em outro idioma. O conceito de equivalência, redefinido, passa a designar uma relação (provisória) de representação de um dado texto por outro posterior, em idioma diferente. Para ilustrar a aplicabilidade do modelo descritivo, são analisadas oito traduções brasileiras do texto integral da peça Hamlet, de William Shakespeare, bem como um corpus de paratextos e metatextos, de modo a discutir questões como as diferentes concepções implícitas de tradução e fidelidade, a história da recepção desses trabalhos e a sua decorrente função cultural nas letras brasileiras. [Source: Author]
Agradecimientos:   Record supplied by Roxana Antochi (March, 2011).
 
 
2001-2021 Universidad de Alicante DOI: 10.14198/bitra
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La versión española de esta página es obra de Javier Franco
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