Departamento de
Traducción e Interpretación

BITRA. BIBLIOGRAFÍA DE INTERPRETACIÓN Y TRADUCCIÓN

 
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Tema:   Autor. Haroldo de Campos. Brasil. Poesía. Literatura. Género.
Autor:   Costa, Ana Carolina Lopes
Año:   2016
Título:   A plagiotropia como procedimento de estudo relacional da criação, crítica e método de tradução de Haroldo de Campos [Plagiatrophism as a relational study procediure of creation, criticism and translation methodology in Haroldo de Campos]
Lugar:   São José do Rio Preto (São Paulo)
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/136384
Editorial/Revista:   Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Páginas:   212
Idioma:   Portugués.
Tipo:   Tesis.
Disponibilidad:   Acceso abierto
Resumen:   Este trabalho tem por objetivo um estudo de convergências entre a crítica, a poesia e o método de tradução de Haroldo de Campos. Para tal, propomos a plagiotropia, enquanto conceito de sua crítica, como um vórtice que possibilita diálogos entre os princípios construtivos de sua poesia e de seu método de tradução, articulando, assim, uma proposta que aborda as três frentes de sua produção. A plagiotropia, com o caractere da obliquidade, configura-se como o diferencial, o particular que singulariza os processos de releitura da tradição praticados por Campos. O nosso trabalho divide-se em dois blocos capitulares. Em cada um destes, a discussão foi articulada de maneira que gire em torno do diálogo entre a plagiotropia e uma porção da obra de Haroldo de Campos. No nosso primeiro bloco capitular, “A transgressão luciferina: a tradição vira serpente”, temos uma discussão teórica sobre o que é a plagiotropia, e quais são os caracteres que a configuram. No segundo, “O voo das letras e o pacto do tudo torto: lendo as frestas da tradução”, inspirados por uma leitura metafórica do pacto de Fausto com Mefistófeles, como o pacto do artista com a transgressão, exploramos a poiesis diabólica em Goethe, a relação da obliquidade com a desautomatização, etc., e com conceito de tradução como “transluciferação”. Nosso último capítulo traz um estudo plagiotrópico da tradução das duas cenas finais de Fausto II, de Goethe, vertidas sob a égide da transcriação, por Haroldo de Campos. [Source: Author]
Agradecimientos:   Record supplied by Katia Aily Franco de Camargo (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN).
 
 
2001-2021 Universidad de Alicante DOI: 10.14198/bitra
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La versión española de esta página es obra de Javier Franco
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