Departamento de
Traducción e Interpretación

BITRA. BIBLIOGRAFÍA DE INTERPRETACIÓN Y TRADUCCIÓN

 
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Tema:   Francia. Brasil. Poesía. Literatura. Género. Historia. Retraducción.
Autor:   Faleiros, Alvaro & Thiago Mattos de Oliveira
Año:   2017
Título:   A retradução de poetas franceses no Brasil: de Lamartine a Prévert [The retranslation of French poets in Brazil. From Lamartine to Prévert]
Lugar:   São Paulo
Editorial/Revista:   Rafael Copetti
Páginas:   198
Idioma:   Portugués.
Tipo:   Libro.
ISBN/ISSN/DOI:   ISBN: 9788567569321.
Colección:   Transtextos
Índice:   1. Princípios da retradução; 2. Castro Alves, tradutor de poetas franceses e retradutor de Lamartine; 3. Tavares Bastos, retradutor de Victor Hugo; 4. Posições tradutórias nas retraduções brasileiras de Mon coeur mis à nu, de Charles Baudelaire; 5. Retraduzir “O Sineiro”, de Mallarmé; 6. Visilegibilidade em quatros traduções do poema “Il Pleut”, de Apollinaire; 7. O vocabulário caribenho: por uma retradução de “Les fenêtres”, de Apollinaire; 8. Mário Laranjeira, retradutor de Prévert.
Resumen:   Este livro nasceu de um encontro. Em 2014, Álvaro Faleiros tornou-se orientador de Thiago Mattos, que iniciava uma pesquisa sobre as retraduções brasileiras de Mon coeur mis à nu, de Charles Baudelaire. Faleiros, por sua vez, havia concluído recentemente uma tese de livre docência sobre a retradução de alguns poetas franceses no Brasil. A partir dessa confluência de trajetos percorridos e por recorrer, foram construindo conjuntamente, para além das idiossincrasias da literatura francesa, um estudo geral sobre a retradução, assunto que pelo menos desde a década de 1990 vem se tornando cada vez mais presente nos estudos de Tradução. Tomando como ponto de partida o já clássico artigo de Antoine Berman, “A retradução como espaço da tradução”, Álvaro Faleiros e Thiago Mattos percorrem autores como Yves Gambier e René Jean-René Ladmiral, na tentativa de compreender os modos como a retradução foi sendo lida desde Berman e de propor uma definição própria de retradução, que ao mesmo tempo leve em consideração o que já foi dito sobre o assunto (por exemplo, a relação entre a retradução e o envelhecimento das traduções, já presente em Berman) e aponte para desdobramentos que a questão possibilita e mesmo exige (a retradução mais como um espaço relacional de modos de ler e dar a ler do que propriamente uma evolução qualitativa de traduções). Traçado esse desenho geral da retradução, os autores se dedicam a casos ilustrativos no âmbito da retradução de literatura francesa no Brasil, contemplando Lamartine, Victor Hugo, Baudelaire, Mallarmé, Apollinaire e Prévert. Assim, mais do que um estudo de retraduções restrito ao universo de língua francesa, este livro é também o desenvolvimento de um estudo sobre a própria noção de retradução, suas dinâmicas e seus porquês. [Source: Publisher]
 
 
2001-2021 Universidad de Alicante DOI: 10.14198/bitra
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La versión española de esta página es obra de Javier Franco
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